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COGITO ERGO SUM

Posted in Idéias por Joaquim Cesário de Mello em setembro 24, 2009

 

 

Quem não conhece a máxima descarteana “Penso, logo sou”. Embora uma frase curta, aliás aparentemente uma mera frase, a mesma tornou-se o marco inaugural de uma das maiores revoluções da história do pensamento ocidental. A modernidade parece começar ali, no “penso, logo sou”.

Também dizia René Descartes: “Mas o que sou eu então? Uma coisa que pensa. E o que é uma coisa que pensa?”. Pois é, tá aí uma boa pergunta: o que é uma coisa que pensa? Sem querer esgotar a questão, sugerimos uma leitura na matéria publicada na Revista Filosofia Ciência & Vida, edição nº 38, reportagem levada a cabo pelo doutor em filosofia Marcos André Gleizer. Leiam e ponderem, ou seja, já que nós somos, logo pensemos: vida-e-obra-a-fundamentacao-cientifica-para-a-celebre-frase-147880-1.asp

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